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De olho no pagamento com Pix: como empresas podem antecipar riscos e possíveis atritos nas transações

De olho no pagamento com Pix: como empresas podem antecipar riscos e possíveis atritos nas transações

por Hiperstream
16 de julho de 2021

Photo by Kelly Sikkema on Unsplash
A entrada em operação do Pix em novembro de 2020 transformou o mercado financeiro. Mas não só ele. Pensando em atender nossos clientes de diferentes setores, a :hiperstream respondeu rapidamente para antecipar riscos e atritos ao longo da jornada financeira, permitindo às empresas utilizarem a nova forma de pagamento de modo mais seguro e eficiente, desde o primeiro momento.

 
Todos os negócios que recebem pagamentos do consumidor final, como varejistas e os setores de telecomunicações e utilities (energia, gás, água, etc.), também estão aderindo ao novo meio de pagamento instantâneo e estimulando a sua popularização. E os resultados já aparecem: as quatro maiores operadoras de telefonia móvel do Brasil ultrapassaram, juntas, a marca de 1 milhão de recargas com o Pix.

A adesão por grandes empresas fomenta a agenda evolutiva da tecnologia e o roadmap de inovações atreladas a isso. Um dos principais pontos de atenção é, sem dúvidas, a segurança. Afinal, o Pix faz parte de um movimento de valorização da liberdade do cliente (Open Banking) e de proteção de informações (LGPD - Lei Geral de Proteção de Dados) que vivenciamos hoje.

Hoje, a plataforma da :hiperstream oferece suporte à criação de comunicações utilizando Pix como a forma de pagamento - da geração do código a partir dos dados do cliente até a inserção do mesmo no documento para impressão, emissão ou disparo. 

Além disso, outra frente específica em que trabalhamos para nos antecipar à demanda do mercado é a validação de comunicações financeiras com o Pix, através da nossa solução :hiperValidation. A verificação não permite que um código seja colocado na cadeia de produção de forma errada, impedindo a liquidação do pagamento e, consequentemente, gerando perda financeira e atrito no relacionamento com o consumidor final. Veja abaixo como isso funciona!

Para começar: qual a diferença entre QR code estático e dinâmico?
Enquanto pessoas físicas realizam pagamentos e transferências de valores usando uma chave Pix (CPF, e-mail, número de celular), o QR Code nas faturas físicas ou digitais é a forma mais utilizada na hora de pagar essas contas ou fazer compras.

E é aí que entra a solução :hiperValidation da :hiperstream. Ela é utilizada para verificar a composição do QR Code (modelo dinâmico ou estático) dentro da cadeia de pagamentos do Pix. Entenda a diferença:

QR Code estático: é emitido apenas uma vez e usado para diversas transações, e, por ser mais simples, é utilizado principalmente por pessoas físicas e micro ou pequenos negócios. 

QR code dinâmico: é exclusivo e gerado sob demanda para cada transação. Isso permite incluir informações adicionais, como valor total, encargos, data de vencimento, dados do cliente, entre outras.

:hiperValidation e a validação de comunicações Pix
O objetivo dessa validação é garantir que a liquidação do pagamento aconteça corretamente, adicionando ainda uma camada extra de segurança. Ao desbravar o ecossistema do Pix (e entendendo na prática o que a tecnologia de cada banco já permite ou não), a resposta da :hiperstream para alcançar isso foi verificar automaticamente todas as etapas do processo para garantir que o QR Code gerado pelo software da empresa cliente esteja correto e permaneça assim ao longo do caminho, até a conta chegar ao consumidor final 

Etapas dentro do :hiperValidation
1- Verificar o QR Code emitido: diferente do estático, o QR code dinâmico é elaborado a partir de uma combinação de regras e informações. Assim, é importante checar se o conteúdo gerado é válido e se está correto, antes dele ser registrado junto ao banco.

2 - Registro do QR Code pela instituição financeira autorizada: para ter validade, o próximo passo na jornada do QR Code é ser registrado pelo banco. A função do :hiperValidation é garantir que o código que volta após o registro continua certo, sem alterações, para que seja inserido na comunicação financeira do cliente.

3 - Código na comunicação financeira: a última etapa é garantir que o QR Code inserido no documento impresso ou digital esteja correto. Frequentemente, esse processo é de responsabilidade de uma empresa terceirizada, e capturar o código que está dentro da comunicação e validá-lo foram os grandes desafios solucionados pela :hiperstream.

Ao validar todas essas etapas, a solução adiciona ainda segurança extra ao processo: são realizadas três verificações automatizadas durante o fluxo de criação do QR Code, garantindo que as informações contidas nele não foram alteradas ou corrompidas.

O Pix é uma novidade que representa oportunidades e desafios para todo o mercado, seja seu negócio parte do ecossistema de bancos e pagamentos, ou não. Assim, colocamos nossa tecnologia e expertise à disposição do seu negócio. Vamos conversar?
 

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